sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Sandman - Estação das Brumas (capítulo 2)

MOTE
Me deram a chave do inferno
A do céu eu já tinha
Mas não sabia


 
VOLTAS
Há um vento soprando entre os mundos
Um vento frio
Ele grita silenciosamente 
Através dos lugares vazios...
O vento do nada
Viajando sem viajar
Na desolação não criada
Sinto frio
Fazemos o que devemos 
As brumas começam a partir

É sempre uma escolha
Plantar uma semente
Dobrar à direita
Ou seguir em frente

É sempre um destino
No local de batalha
Sucumbir ao medo
Ou lutar covardemente

É sempre um preço a pagar
Pela vitória, pela maldade, pelos erros
A salvação da alma é gratuita
É dom de Deus, graça divina

É sempre a dúvida
Se escolhemos um pálido arco-íris
Ou se cumprimos o karma humano
O karma dos vermes cadáver

É sempre a vida
Não é uma batalha
Apenas vivemos lutando
Vencendo tudo, atrás de nada


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