segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O assasssino de sonhos

Quem matou a criança que eu fui?
Quem me disse a verdade sobre o natal?
Quem disse que o sonho não contribui
Para a edificação do homem mortal?

Há um assassino de sonhos que à solta está
Escondido embaixo da língua dos invejosos
Que diz que não pode, não consegue, não dá
Ser de mentiras, ironias e comentários maldosos

Este assassino é como um vírus mortal
Quando acaba com o sonho de alguém
Procura outro corpo para cobrir com cal

Então, escondi os meus sonhos na viração do dia
Como Van Gogh me mutilei e não escuto ninguém
Só assim vivo minhas quimeras. E uma delas é fazer poesia


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