quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Mote Obscuro



 Mote Obscuro

 Acompanha-me na sombra da noite, a morte nos espera...
 

Voltas Obscuras


O demônio espreita em toda parte
Uivo do luar silencia a alma
Desejando, talvez, que me mate!
Ou, perca a calma

Um arrepio sobe pelas costas
Anjo mau de beleza incomum
Banquete de pecados mesas postas
Sinto muito, não bebo mais rum

Medo da negritude da noite
Mas prefiro dormir de dia
Acostumo-me com o invisível açoite
Se não me atrapalha a fazer poesia


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